Uma noite dedicada ao encanto. Quem veio ao RioMar nesse sábado (15) voltou para casa mais alegre. É que Geraldo Azevedo deu um show de romantismo e afeto em completa sintonia com o público durante apresentação em homenagem ao Dia do Cliente, na Praça de Eventos 1, no Piso L1 do mall.

Pouco antes de começar, o cantor afirmou que o clima seria intimista, uma vez que iria se apresentar com voz e violão. “Vou trazer meus grandes sucessos porque quero a plateia contando comigo. É sempre maravilhosa a energia do recifense”, destacou.

E, de fato: desde a primeira música”O Princípio do Prazer” as pessoas cantavam em uníssono o refrão “Fundamental é ser feliz”. O casal Marcos Diogo, 56, e Cleonice Diogo, 58, chegou com duas horas de antecedência para assistir ao show nas cadeiras bem próximas ao palco. “Curtimos muito a música de Geraldo porque tem conteúdo. As letras são lindas e têm melodia”, disse Cleonice.

O casal Marcos Diogo e Cleonice Diogo chegaram cedo ao RioMar para assistir ao show de perto.

Já Kely Cristina, 48, veio com os filhos e a nora e se posicionaram um piso acima do evento para juntos cantarem as músicas de Geraldo. “Lá em casa temos uma paixão pela MPB, e, principalmente, as composições locais. Somos de gerações diferentes, mas temos a admiração por Geraldo Azevedo em comum”, disse Kely.

De gerações diferentes, Kely Cristina e o filho Mário Pedrosa têm pelas músicas de Geraldo Azevedo uma paixão comum.

Admiração. Entre tantos, talvez dona Terezinha Albuquerque, de 76 anos, fosse a personificação mais exemplar da palavra. Dançando e cantando com muito sentimento nos gestos, ela afirmou: “Eu amo Geraldo Azevedo. O acompanho de muitos anos. Dia Branco é a minha música preferida porque é poesia pura, que fala de amor e de como é bom ter quem a gente ama do nosso lado”, afirmou emocionada.

Terezinha Albuquerque sabia cantar todas as músicas de Geraldo Azevedo.

O artista pareceu escutar o que dona Terezinha falava e iniciou uma sequência de grandes clássicos como “Dona da Minha Cabeça” e “Bicho de Sete Cabeças”. Mas foi quando deu os primeiros acordes de “Dia Branco” que quem estava sentado levantou e quem estava de pé balançava os braços de um lado para o outro. Uma onda de emoção tomou conta do lugar e como um hino, as pessoas entoavam juntas a canção.

Geraldo Azevedo conseguiu gravar na memória essa noite de 15 de setembro.