Resgate de antigos carnavais marca último dia de shows do RioMar de Folia

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Coco de roda, ciranda, afoxé e frevo. O show de Marrom Brasileiro, no terceiro dia do RioMar de Folia, nesta sexta-feira (12), passou praticamente por todos os ritmos do Carnaval de Pernambuco. Para fechar, Almir Rouche resgatou antigos frevos como Madeira do Rosarinho e Último Regresso, com os foliões cantando em coro. Foi lindo ver todo mundo brincando junto, em rodas de ciranda que se formaram entre o público ou pequenos foliões curtindo ao lado dos seus pais.

Com um vasto repertório, Marrom Brasileiro arrastou uma multidão para o RioMar. Clássicos como “Pra Te Namorar”, “Deusa de Itamaracá” e “Gostoso Te Amar em Ritmo de Ciranda”. Ao final do show, o cantor decretou:
“Eu não acho que a gente tá num shopping. Não tem nada de diferente do Carnaval de rua. Essa é a prévia das prévias. Tem gente de todo lugar. Para mim, foi a abertura do Carnaval, valendo!.”

A vendedora Patrícia Maria Dias, 39, dançava e cantava com muita energia as músicas de Marrom. “Esse show me lembra a época que eu acompanhava o trio elétrico. É muito bom poder reviver os momentos de alegria”, destacou Patrícia.

Patrícia Dias aproveitou o RioMar de Folia para reviver os clássicos carnavalescos

A secretária de Turismo do Recife, Ana Paula Vilaça, prestigiou o evento. “Já estamos vivendo o Carnaval. Esse é mais um atrativo para a nossa cidade, com gostinho da nossa folia. Uma excelente oportunidade de conhecer nossa música e nossa dança. Desde janeiro, Boa Viagem, o Marco Zero e agora o shopping também respiram Carnaval”, disse.

Indo de encontro ao que comentou a secretária, Almir Rouche causou euforia geral com canções que marcam a folia recifense, como “Recife Maracatu”, famosa pelos versos “Pro Recife eu vou, lá tem sempre carnaval, meu trio faz a festa e o povo em alto astral”, que bota todo mundo pra pular.

Em seguida, o cantor convocou uma grande ciranda e o clima de confraternização tomou conta do lugar. Foi a deixa pra resgatar os velhos carnavais e emocionar uma plateia em êxtase, que a uma só voz cantava “É lindo ver o dia amanhecer, ouvir ao longe pastorinhas mil, dizendo bem, que o Recife tem, o carnaval melhor do meu Brasil!”

A mãe Claudenice de Albuquerque, 61, e a filha Tássia de Albuquerque, 33, curtiram todos os dias de shows e ficaram com um “gostinho de quero mais”.

 

 



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