Quantas vezes já ouvimos a expressão de que as 24 horas do dia não são suficientes? As tarefas do cotidiano parecem não ter fim e desse jeito a vida se torna corrida. O ritmo frenético que dita a velocidade de nossas ações cobra um preço geralmente muito alto. Deixamos de admirar a beleza das paisagens, de apreciar uma boa conversa e ainda contribuímos negativamente para um mundo mais poluído.

Pedale mais pela sustentabilidade

Sim, nossa pressa exige deslocamentos velozes feitos, em sua maioria, por transporte motorizado individual, mais conhecido como carro mesmo. O efeito é visível. Congestionamentos quilométricos e, vejam só, horas “perdidas” no trânsito. Para se ter uma ideia, apenas no Recife a frota de veículos é de cerca de 700 mil veículos. Na Região Metropolitana do Recife (RMR) o número sobe para 1.329.530, de acordo com os dados do Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran-PE).

Pensando nisso, que tal desacelerar em nome da sustentabilidade? Não, não é chegar atrasado aos compromissos. É gerenciar melhor o tempo disponível. Acordando um pouco mais cedo, por exemplo, é possível ir caminhando ao trabalho. É longe? Então começa pelos pequenos trajetos, como as idas ao supermercado do bairro ou à farmácia mais próxima. Deixa o carro em casa. As pequenas mudanças de atitudes, hoje, são as maiores responsáveis por um amanhã mais sustentável.

Além disso, caminhar traz benefícios duradouros à saúde. De acordo com as informações da Organização Mundial da Saúde (OMS), a atividade contribui para o baixo risco de ter ou de morrer de doenças cardiovasculares, diabete tipo 2, derrame cerebral e alguns tipos de câncer.

As recomendações mundiais são de, no mínimo, 150 minutos de exercícios de intensidade moderada ou 75 minutos de intensidade vigorosa por semana, por tempo indeterminado. Ou seja, uma caminhada de meia hora, diariamente, já soma pontos para uma vida mais saudável.

Animou? Então aproveita para curtir os “cantinhos” que a cidade oferece. É surpreendente a quantidade de novos lugares descobertos quando a gente passa a andar mais.

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